sexta-feira, 10 de junho de 2011

A HISTÓRIA DO MEGA DRIVE - GENESIS


Muito antes da atual “guerra” dos consoles super poderosos, liderados pelas gigantes Sony, Nintendo e Microsoft, o mundo testemunhou um outro grande confronto de titãs pela liderança do concorrido mercado de videogames, confronto esse que aliás deu origem ao que estamos vendo hoje. Possivelmente os mais jovens não devem se lembrar, mas com certeza muitos saudosistas se recordam de consoles como o Atari 2600, o Nintendinho 8 bits, e os mais saudosistas lembram-se dos maravilhosos jogos do MSX.
Mas vamos nos ater apenas a uma parte dessa longa história, em especial a de um deles, o videogame mais carismático que já surgiu no mercado e que deixou muitas lembranças nas memórias dos marmanjos de hoje e que só povoam a imaginação dos jogadores mais jovens, o Mega Drive.
Os Primórdios da Sega
A Sega teve sua origem americana, e não japonesa, como muitos devem pensar. Voltando a 1940, quando foi fundada com o nome de Standard Games, em Honolulu, Hawaii, por Martin Bromely, Irving Bromberg, e James Humpert com o objetivo de fornecer diversões eletrônicas. Bromely então sugeriu que a empresa se muda-se para Tóquio, em 1951 e em Maio de 1952 ela passou a se chamar “SErvice GAmes of Japan”, ou simplesmente SEGA.
Em 1954, outro empresário americano entra em cena, David Rosen, que após a II Guerra Mundial mudou-se para o Japão, país que idolatrava, e estabeleceu sua empresa “Rosen Enterprises”.
Sua empresa começou a fabricar aquelas cabines de foto instântanea e as máquinas de músicas jukebox, que logo virou febre no Japão e rendeu muita grana para os bolsos de Rosen, o que levou sua empresa a expandir o ramo para exportar fliperamas também. (As cabines de foto, como os fliperamas, usavam moedas).
Rosen Enterprises e a Service Games se fundiram em 1965, tornando-se então conhecida como Sega Enterprises, que teve como jogo de estréia um simulador de submarino chamado “Periscope” que se tornou um sucesso avassalador em todo o mundo.
Em 1969 a Sega foi comprada pela Gulf e Western Industries, e Rosen ficou com o cargo de CEO (Chief Executive Officer – o maior cargo numa empresa ou companhia) da Sega. Com a sua liderança, a empresa continuou a crescer e prosperar no ramo de fliperamas, que acabou ficando conhecida por fazer arcades como Frogger e Zaxxon. Naquela época a Sega deveria estar faturando algo em torno de US$214 milhões de dólares e em 1983 ela lancaria seu primeiro console de video game: o SG-1000 (um embrião do Master System) e também o primeiro game em um laser disc.
No mesmo ano pórem, a Sega levaria um duro golpe da quebra de video games nesse ano. Perdendo muito dinheiro, a Guld & Western resolveu vender as filiais americanas para a Bally Manufacturing Corporation. Já a Sega japonesa foi comprada por US$38 milhões por um grupo de investidores encabeçados por Rosen e Hayao Nakayama, um empresário japonês que havia adquirido uma empresa de distribuição que havia sido de Rosen em 1979. Nakayama tornou-se o novo CEO da Sega e Rosen ficou responsável pela filial nos EUA.
Em 1984 um comitê japonês multi-bilionário, a CSK, comprou a Sega e a renomeou para Sega Enterprises Ltd, com sua principal base situada no Japão. Em 1986 seria fundada a Sega of America para estabelecer uma base nos EUA para adentrar no mercado de video games que estava se expandindo rapidamente. Ela lançaria então o primeiro game do Alex Kidd, que até 1991 seria sua mascote.
Ela ainda mudaria o nome para Sega Corporation em 2000, e em 2004, tendo boa parte das ações compradas pela Sammy, mudaria o nome para Sega Sammy Holdings, tornando-se uma das maiores empresas de games do mundo.
Os bastidores e segredos
Contar a história do Mega Drive é como contar a história da própria Sega. Tudo começou com o domínio da Nintendo com seu estrondoso sucesso Famicom/Nes (o nintendinho 8 bits), vendendo dezenas de unidades desse console (para desespero dos amantes de micros). Poucas eram as indústrias que ousavam peitar a Nintendo em seu reinado, isso até surgir a Sega, até então pioneira em jogos de arcade (os fliperamas), com um sucesso bastante razoável no mercado.
A Sega então lança o seu videogame de 8 bits para concorrer com o NES, o Master System, um sistema tecnicamente superior ao da sua rival. Porém com a (relativa) derrota do Master para o Nintendo (relativa pois o Master se saiu bem em alguns lugares, como a Europa e o Brasil - acho que aqui foi o único lugar em que saiu um Master System rosa exclusivo para garotas) a Sega precisava de uma resposta rápida e firme para contra-atacar e ao mesmo tempo atender ao exigente mercado consumidor. Foi assim que nasceu o Mega Drive, o primeiro videogame de 16 Bits da história.

Master System Girl: o primeiro videogame para garotas da história
Dentro da Sega, o console era conhecido como MK-1601, mas o chefão da Sega, Hayao Nakayama, resolveu batiza-lo de Mega Drive, que representava superioridade (Mega) e velocidade (Drive). Então combinando essas duas palavras, seria mais atrativo para as crianças, pais e outros consumidores do que o “MK-1601″. O bom e velho marketing que conhecemos, eheheh….
Hideki Sato

No centro de pesquisas e desenvolvimento da Sega, um homem chamado Hideki Sato dirigiu uma equipe de engenheiros na criação de seu novo console. O novo projeto derivou da já conhecida placa de arcades System-16.
Aliás, as especificações dos dois são muito semelhantes, o que facilitou e acelerou o andamento do projeto. A principal diferença entre eles era a velocidade, a placa rodava a 10 MHz e o Mega Drive a 7,67 MHz. Outra grande diferença era o seu sistema de audio, que era bem melhor nos arcades.
A Sega aprendeu com o seu Master System e prometeu aos consumidores um console inovador. Dito e feito. Lançado em 29 de Outubro de 1988 no Japão, o console contava com um visual moderno e preto (o nintendo era cinza), com um botão azul , controles anatômicos muito confortáveis (até hoje muito elogiado), era uma inovação e tanto, com capacidade gráfica e sonora compatíveis aos dos arcades da época. Equipado com uma placa semelhante aos dos arcades System 16 (placa que a Sega usava na época), um processador 68000 da Motorola muito poderoso (o mesmo dos micros Amiga e Macintosh) e um co-processador Z-80 (responsável para o uso de adaptador para jogos de Master System), com a fantástica velocidade de 7,67 Mhz (muito rápido para a época) foi o suficiente para ganhar a atenção dos gamemaníacos. Assim, foi fácil converter para o uso doméstico jogos clássicos de arcade para o Mega Drive, como Golden Axe, Space Harrier 2, Thunder Blade, Shinobi, entre outros, e mostrava claramente como o sistema podia fazer ótimas conversões.

O Mega Drive não teve uma carreira muito longa no Japão (provavelmente pela falta de rpgs), entretanto a história em outros países era diferente, o console dominava o mercado americano e europeu, e inclusive no Brasil, lançado pela Tec Toy, com aproximadamente 75% do mercado brasileiro. Lançado nos EUA com o nome de Genesis (o nome Mega Drive já estava registrado por lá) que significa “renascimento” ou “um novo começo” e com uma grande campanha de marketing, excelentes jogos sendo lançados (principalmente pela própria Sega), e finalmente a Sega contando com o apoio de softhouses de renome (o que não acontecia na época do Master System), como a Konami, a Capcom, Hudson, Tecnosoft, Namco, entre outras. Nos EUA, uma parceria que rendeu muitos jogos foi com a Eletronic Arts, que atingiu no console a consagração definitiva em jogos esportivos (que aliás, os americanos adoram!).
A estratégia de lançar o Genesis rapidamente no mercado americano resultou em um domínio quase que absoluto do mercado de 16 Bits.
A Nintendo ganhava dinheiro com o seu 8 Bits, mas estava custando para embarcar nesse novo mercado. Teve o lançamento do Super Nintendo adiado diversas vezes e quando finalmente foi lançado, não causou grandes abalos nas vendas do Mega Drive, e foi nos anos 90 que o Mega Drive conheceu toda a sua glória, superando o seu rival Super Nintendo por uma boa margem, assim a Sega dava o troco na Nintendo, pois apesar do Super Nes ser tecnicamente mais poderoso que o Mega, este contava com jogos bem mais carismáticos, variados e em grande quantidade, e suas vendagens subiram ainda mais com a ajuda de um personagem azul muito curioso e simpático…

Mega Drive no Brasil

O Mega Drive foi um dos mais populares videogames comercializados oficialmente no Brasil através da fabricante de brinquedos Tec Toy. Com o Master System e o Mega Drive, a Tec Toy chegou a ter 75% do mercado brasileiro. Fisicamente o videogame era idêntico ao "Genesis" americano, sendo compatível com os jogos NTSC para esse sistema. O sinal de saída de vídeo, porém, foi convertida para PAL-M, o padrão brasileiro misto entre PAL e NTSC.
O Mega Drive é produzido até hoje no Brasil pela Tec Toy em versões baratas para competir com a faixa mais baixa no mercado de jogos eletrônicos (dominada em sua maior parte por clones ilegais asiáticos do NES), normalmente incluindo dezenas de jogos na memória ou em um cartucho multijogo. Esses consoles são equivalentes ao "Genesis III" da Majesco americana e não suportam os acessórios produzidos para o sistema ou o jogo Virtua Racing.
A Tec Toy desenvolveu alguns jogos exclusivos para o Mega Drive, como "Férias Frustradas do Pica-Pau", "Turma da Mônica na Terra dos Monstros" (uma modificação de Wonder Boy in Monster World com Mônica e Cebolinha),um port de Duke Nukem 3D e Show do Milhão .
Em 2004 a Tec Toy revelou os jogos mais vendidos de seus consoles. No Mega Drive eram:
  1. Mortal Kombat 3
  2. Sonic the Hedgehog 2
  3. Mortal Kombat II
  4. Super Monaco GP
  5. Castle of Illusion
  6. Ultimate Mortal Kombat 3
  7. Ayrton Senna's Super Monaco GP II
  8. FIFA Soccer '97 Gold
  9. Moonwalker
  10. Sonic Spinball
Mega Drive ganha filhotes
Mega Drive / Mega CD (Japan)Os jogos fizeram do Mega Drive um sucesso, mais além deles também tivemos os aditivos. O mais famoso add-on é o Mega CD (ou Sega CD). Com um processador ainda mais rápido, novos chips de som (mais 3 canais de som), melhor processamento gráfico (efeitos especiais de zoom, rotação, etc) e o uso da então inovadora multimídia de jogos em CD, o aparato chegou para deixar o Mega Drive ainda mais competitivo. Seu único defeito  foi não aumentar a palheta de cores do Mega Drive. As vendas foram excelentes inicialmente, especialmente no mercado americano e europeu, graças a grande expectativa em torno da novatecnologia (apesar de já existir no mercado o PC-Engine, que também usava o CD-Rom).
Os jogos impressionavam com a grande quantidade de textos, diálogos falados, imagens animadas e músicas cantadas e orquestradas, fórmula usada em muitos dos jogos que fizeram sucesso no novo console. As vendas nos EUA foram impressionante, vendendo 50.000 unidades disponíveis no lançamento americano em apenas 3 semanas. Para os dias consumistas de hoje esse número pode parecer pouco, mas vale lembrar que na época do seu lançamento tinha o preço bem salgado de US$300! Ou seja, a Sega tinha em suas mãos uma plataforma que completa (MD + MCD) custava em cerca de U$500! Um preço bem acima dos videogames modernos de hoje. Sem falar que ele tinha um visual muito bacana, com leds que se acendiam e com uma bandeja que saía para se colocar os CDs (não é a toa que era caro, por isso tempos depois saiu o Sega CD 2, sem esses leds e com uma bandeja manual, barateando bastante o preço do console).Sega's new advertisement campaign (Click to enlarge.)
Outro fator importante para o domínio da Sega nos EUA era o fortíssimo investimento em propagandas de TV, revistas e Outdoors, mas principalmente em TV. Eram propagandas que quase sempre comparavam o Mega Drive com o Super Nes, geralmente focalizando sua principal vantagem: seu alto processador, que era bem mais rápido que o da rival (apelidado de Blast Processing) ou então a grande variedade de jogos que possuía. Um dos seus slogans era “Genesis does what Nintendon’t.” (Genesis faz o que o Nintendo não).
Além disso, a Sega contava com a participação de grandes astros do esporte, música e cinema para promover seus games, e até mesmo Michael Jackson fazia propaganda na época do lançamento do seu jogo, Moonwalker (o cantor tinha um bom relacionamento com a empresa, chegou até compor algumas músicas para o jogo Sonic 3, mas nele não foi creditado por não gostar da qualidade. Quando ele faleceu, a Sega colocou uma mensagem em seu site lamentando a morte do cantor. Dizia: “Nós aqui na Sega estamos muito tristes com a morte de Michael Jackson. Ele era uma verdadeira lenda da música cujas canções tocou cada um de nós em algum momento das nossas vidas. Temos orgulho de ter trabalhado com ele e de termos incluído a sua música em alguns dos nossos jogos e temos a certeza que o seu espírito vai permanecer vivo através do seu espetacular trabalho. Não temos dúvidas que as gerações futuras vão continuar ouvindo os seus grandes êxitos e a dançar os seus passos.“).
A Sega também investia em patrocínio em todos os tipos de esportes, eventos de música e outros produtos, elevando o mercado de videogame a “uma nova fase” (como era o nome de seu slogan “Welcome to the next level”). Isso tudo graças ao comando de Tom Kalinske, que certamente sabia aonde atacar e como atacar. Foi com ele também que surgiu o famoso “grito” nas propagandas, quando alguém virava pra tela e gritava: “Sega!”
Propaganda da Renovation, uma das principais Softhouses que davam suporte à  Sega, satirizando o slogan da Sega: “Renovation faz o que nove anos querem”
Apesar de alguns excelentes jogos lançados, como a série Lunar, Silpheed, Shining Force CD, Sonic CD, Snatcher, Night Trap, entre outros, e ainda contando com o suporte de grandes softhouses como a Konami, Sony (futura rival), Working Designs, Game Arts, Renovation, o Mega CD não foi capaz de desfrutar do mesmo sucesso que seu irmão, ficando longe em quantidade de vendas que o Mega Drive.
Com a chegada da era dos 32 Bits com o 3DO, a Sega lançou para o Mega Drive / Sega CD mais um add-on, o 32-X e uma série de jogos compatíveis. Porém ele foi um fracasso total, e além do 3DO ainda batia de frente com o Saturn, que era da própria Sega e com o Playstation da Sony. Mesmo assim o 32-X dava muito mais força ao Mega Drive, tornando-o um console de 32 Bits, com uma qualidade melhor de gráficos e som. Possuía uma qualidade técnica bastante alta para a época, e com a adição de um Sega CD, o 32-X poderia ter, em teoria, uma capacidade próxima ao do Saturn.


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Aqui no Brasil a Sega ia muito bem, obrigado, representada pela Tec Toy, fundada em 1987, os produtos da Sega chegavam por aqui oficialmente com um preço razoável, e com o Mega Drive não foi diferente. Não tendo concorrente direto (o Super Nes seria representado pela Playtronic anos mais tarde) e já com uma boa fatia do mercado com o Master System, não foi difícil para a Tec Toy colocar o Mega Drive dentro dos lares dos brasileiros e foi sucesso absoluto, mesmo ainda hoje o Mega Drive é produzido pela Tec Toy e vendido em lojas especializadas. Foi a primeira vez que o público brasileiro tinha esse gostinho de ter uma representante oficial lançando os videogames, games e bugigangas de uma gigante japonesa com preços razoavelmente baratos. Quem é daquela época com certeza deve se lembrar dos comerciais na TV, como os da pistola Light Phaser e os Óculos 3D do Master System, assim como propagandas de games como Zillion, Sonic e Castle of Illusion, isso sem falar do fã-clube oficial (tinha até carteirinha e uma revistinha!).
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smsmonicacdragao_1.jpgInclusive, o lançamento do Mega Drive aqui ocorreu antes que no mercado americano – bons tempos da Tec Toy. Certamente um recorde alcançado só aqui no Brasil, onde a Tec Toy de vez em quando lançava jogos para o sistema, como A Turma da Mônica, Pica – Pau, Duke Nuken 3D, Show do Milhão, entre outros. Inclusive lançou para Master System uma versão de Street Fighter II, baseada na versão de Mega Drive. É o primeiro jogo para um console de 8 Bits com 8Mb de memória e com vozes digitalizadas.
Claro que o jogo está nas limitações do console, mas vale a pena dar uma olhada para matar a curiosidade. Diversos outros jogos só podem ser encontrados no Brasil, incluindo as adaptações de jogos para personagens brasileiros e alguns jogos e aparelhos criados pela própria Tec Toy, como o Master System Super Compact e o Master System Girl. Tec Toy lançou por aqui a versão do Sega Cd 2 e até mesmo o CDX ela lançou em terras tupiniquins.
Eu lembro de um programa em especial, que passava no SBT com o Gugu como apresentador e patrocinado pela Tec Toy em que crianças “entravam” no jogo (geralmente gráficos do Sonic ou Alex Kid do Master System e alguns do Mega Drive) e tinham que ir andando pelas fases derrotando os inimigos. E quem não se lembra das “Master Dicas”? De segunda à sexta durante os comerciais da já extinta “Seção Aventura” da Rede Globo, dicas para jogos de Master System, algo que nenhuma outra empresa da área se dispôs a fazer.
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Já vi muita reclamações sobre a Tec Toy, principalmente ao que se refere a traduções de jogos para português, que eram sem acentos e as vezes com a grafia incorreta. Não digo que ela fez um trabalho 100% em suas traduções, mas estamos falando de uma época de 10 anos atrás, ou até mais, um tempo em que nem existiam roms, programas hackers para tradução, ou até mesmo a internet, que começava a engatinhar. Os primeiros programas de tradução que surgiram não possuíam “acentos”, pois eram geralmente baseados nos programas em inglês e não tinham suporte para o português, algo parecido com alguns teclados de computadores, que usavam o padrão americano e não tinham “acentos ou cedilhas”. Ou seja, a Tec Toy usava programas bem rudimentares para os dias de hoje (que te dão quase tudo pronto). Numa época em que não se faziam traduções de games, a Tec Toy realmente revolucionou o mercado brasileiro. Com certeza muitos devem se lembrar da explosão e sensação que foi Phantasy Star I para Master System, totalmente traduzido para o português. Quem não viveu naquela época eu posso garantir, foi a maior sensação na época.
Seja como for, a Tec Toy hoje é a única empresa do mundo a fabricar e vender os consoles Master System e Mega Drive, cada um com mais de 2 milhões de unidades vendidas aqui no Brasil. Infelizmente o Dreamcast e Saturn não são  mais produzidos. Confira abaixo as várias versões dos consoles que a empresa fabrica recentemente:
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MS portátil com 27 jogos na memória Master System III Collection com 74
jogos na memória
Master System 3 Collection com 105 jogos
na memória.
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Master System 3 Collection com 112 jogos Super Mega Drive 3 com 10 jogos na
memória
Super Mega Drive 3 com 12 jogos na
memória
mega30_lt.gif mega43_lt.gif md60jogos_lt.gif
Super Mega Drive 3 com 30 jogos Super Mega Drive 3 com 43 jogos Super Mega Drive 3 com 60 jogos
md71jogos_ltp.jpg saturn_foto.gif dc_foto.gif
Super Mega Drive 3 com 71 jogos Saturn Dreamcast

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